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A mãe mais feliz :) "Três coisas agradeço a Deus todos os dias de minha vida:o ter-me permitido o conhecimento de sua obra,o haver acendido a lâmpada da fé na minha treva material e o ter-me dado outra vida a esperar depois desta". (Frei Anselmo)

ÀS VEZES NÃO QUERER TER FILHOS É UM ATO DE ALTRUÍSMO!

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Criar bem um filho não se resume a pagar a mensalidade de uma boa escola e encher a criança de presentes caros. Criar bem um filho não se resume a decorar um quarto lindo para ele e levá-lo para a Disney nas férias de julho.

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Quando comecei a escrever no Obvious, me deparei com um texto que muito me agradou. Um texto que questionava se as mulheres queriam realmente criar um filho ou ter um bebê. O texto fez um tremendo sucesso, sendo aplaudido por muitos e rendeu também alguns comentários grosseiros como todo texto importante gera.

A agressividade decorre, em minha opinião, do vislumbre de fantasmas internos que preferimos ocultar de nós mesmos. Quando alguém diz algo com que concordamos, mas não queremos concordar, normalmente reações agressivas explodem. Na verdade estamos brigando com a gente mesmo e o outro é apenas um canal para a nossa raiva contida.

As pessoas costumam rotular de egoístas as mulheres que não querem ter filhos. Mas talvez realmente egoísta seja a mulher que não quer ter um filho, mas mesmo assim o tem.

Infelizmente nem todas as mulheres nascem com a vocação para serem mães. Quando entrei em contato com este tema pela primeira vez fiquei um pouco chocada pois na minha cabeça ter filhos era fundamental para todas as mulheres. Me pareceu estranho uma mulher não ter nascido para ser mãe. Mas acontece e ninguém deveria se sentir obrigado a ter filhos por nenhuma razão que fosse o verdadeiro desejo de ser mãe e a real intenção de se comprometer com a educação do filho.

Sei que colocarei o dedo na ferida, mas infelizmente vemos muitas mulheres sem instinto maternal e despendimento lutando para serem mães. Mulheres que trabalham 14 horas por dia e que se colocam em primeiro, segundo e terceiro lugar querendo ser mães. Por quê? Para cumprir um preceito social? Para dizer que conquistou tudo que é importante para uma vida próspera?

Filhos não são bonecas com quem brincamos quando queremos. Filhos são seres humanos extremamente dependentes e exigentes que vão desejar o melhor dos nossos sentimentos, o melhor do nosso tempo e energia.

Criar bem um filho não se resume a pagar a mensalidade de uma boa escola e encher a criança de presentes caros. Criar bem um filho não se resume a decorar um quarto lindo para ele e levá-lo para a Disney nas férias de julho.

Filhos precisam da companhia das mães. Filhos querem ouvir histórias antes de dormir. Filhos querem ser abraçados e beijados. Filhos querem contar o que aconteceu na escola e pedem ajuda para fazer os deveres. Filhos não querem ser filhos apenas nas férias, feriados prolongados e meia hora por dia, entre a chegada do trabalho e os cuidados com a beleza.

Não digo que uma mulher não possa conciliar uma carreira com maternidade. Claro que pode. Pode e deve. Mas mulheres muito voltadas para as sua carreiras, viciadas em trabalho, que vivem viajando a negócios e fazendo horas extra deveriam pensar calmamente se nasceram mesmo para serem mães.

Quem deseja uma vida livre de horários, quem deseja fazer amor no meio da sala e tirar férias em qualquer época do ano, quem não se comove com o universo infantil e não se vê assistindo a teatrinho de escola, deveria ser sincero consigo mesmo e dizer “Não nasci para ser mãe”. A mulher não pode sentir que está desperdiçando a sua vida ao cuidar do filho. Se ela assim o sente, além de sofrer muito, fará a criança sofrer também. Crianças criadas com pouco afeto e paciência tendem a não conhecer limites e têm mais dificuldade para estabelecer vínculos afetivos fortes.

É muito triste ver tantas crianças vivendo de migalhas afetivas, aproveitando as sobras de tempo que a mãe oferece. Se o tempo é escasso mas carinhoso, ainda vai. E quando a mãe chega sempre tensa e nervosa , louca para se esfoliar e se hidratar e a criança aparece cheia de demandas? Ser mãe não é carreira nem emprego. É vocação e missão.

FONTE DO BLOG: OBVIOUS

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Infantolatria: as consequências de deixar a criança ser o centro da família

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Por Raquel Paulino – especial para o iG São Paulo

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Além das complicações na vida dos filhos, como dificuldade de socialização e insegurança, deixar a criança comandar a dinâmica familiar pode prejudicar – e muito – o casal

As atividades da família são definidas em função dos filhos, assim como o cardápio de qualquer refeição. As músicas ouvidas no carro e os programas assistidos na televisão precisam acompanhar o gosto dos pequenos, nunca dos adultos. Em resumo, são as crianças que comandam o que acontece e o que deixa de acontecer em casa. Quando isso acontece e elas já têm mais de dois anos de idade, é hora de acender uma luz de alerta. Eis aí um caso de infantolatria.

“O processo de mudança nos conceitos de família iniciado no século 18 por Jean-Jacques Rousseau [filósofo suíço, um dos principais nomes do Iluminismo] chegou ao século 20 com a ‘religião da maternidade’, em que o bebê é um deus e a mãe, uma santa. Instituiu-se o que é uma boa mãe sob a crença de que ela é responsável e culpada por tudo que acontece na vida do filho, tudo que ele faz e fará. Muitos afirmam que a mulher venceu, pois emancipou-se e foi para o mercado de trabalho, mas não: é a criança que entra no século 21 como a vitoriosa. Esta é a semente da infantolatria”, explica a psicanalista Marcia Neder, pesquisadora do Núcleo de Pesquisa de Psicanálise e Educação da Universidade de São Paulo (Nuppe-USP) e autora do livro “Déspotas Mirins – O Poder nas Novas Famílias”, da editora Zagodoni.

Em poucas palavras, Marcia define infantolatria como “a instituição da mãe como súdita do filho e o adulto se colocando absolutamente disponível para a criança”. E exime os pequenos de qualquer responsabilidade sobre o quadro: “Um bebê não tem poder para determinar como será a dinâmica familiar. Se isso acontece, é porque os pais promovem”.

Reinado curto

A verdade é que existe um período em que os filhos podem reinar na família, mas ele é curto. “Quando o bebê nasce e chega em casa, precisa ser colocado no centro das ações, pois precisa ser decifrado, entendido. Ele deve perder o trono no final do primeiro, no máximo ao longo do segundo ano de vida, para entender que existe o outro, com necessidades e vontades diferentes das dele”, esclarece Vera Blondina Zimmermann, psicóloga do Centro de Referência da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A infantolatria ganha espaço quando os pais não sabem ou não conseguem fazer essa adequação da criança à realidade que a cerca e a mantêm no centro das atenções por tempo indefinido. “Em uma família com relacionamento saudável, o filho entra e tem que ser adaptado à dinâmica da casa, à rotina dos adultos”, afirma a psicóloga.

Segurança ou insegurança?

Na casa da analista contábil Paula Torres, é ao redor de Luigi, de cinco anos, que tudo acontece. Entre os privilégios do garoto estão definir o canal em que a TV fica ligada e o dia do fim de semana em que será servida pizza no jantar. “Acho importante a criança se sentir amada e saber que suas vontades são relevantes para a família”, opina.

Ela conta que seu marido, o também analista contábil Luiz André Torres, não gosta muito disso e constantemente reclama que o filho é mimado demais. “Mas bato o pé e defendo essa proteção. Quando o Luigi crescer, será mais seguro para lidar com os adultos, já que suas opiniões são levadas em consideração pelos adultos com quem ele convive desde já”, acredita.

Não é o que as especialistas dizem. “Se o filho fica no nível dos pais, acaba criando para si uma falsa sensação de poder e autonomia que, em um momento mais adiante, se traduzirá em uma profunda insegurança. Ele sentirá a falta de uma referência forte de segurança de um adulto em sua formação”, explica Vera.

Marcia diz ainda que, ao chegar à idade adulta, esse filho cobrará os pais. “Ele olhará ao redor e verá outras pessoas se realizando independentemente dele. A criança que acha que o mundo tem que parar para ela passar não consegue imaginar isso acontecendo e não está preparada para lidar com a mínima das frustrações. Em algum ponto, acusará os pais de terem sido omissos”.

Para Vera, supervalorizar os pequenos e nivelá-los aos adultos “é o resultado de uma projeção narcísica dos pais nos filhos, que se veem nas qualidades que enxergam em suas crianças”. Marcia concorda: “Isso tudo tem a ver com a vaidade da mãe, que considera aquele filho uma parte melhorada dela própria e, por isso, a criatura mais importante do mundo”.

Os alertas do dia a dia

Muitas vezes, os pais não se dão conta de que estão tratando os filhos como reis ou rainhas, então precisam levar uns chacoalhões da realidade fora de suas casas. “Eles geralmente caem em si quando começa a sociabilização. A escola reclama porque o aluno não respeita as regras, a criança tem dificuldade para fazer amiguinhos porque as outras, com autoestima positiva, não querem ficar perto de alguém que ache que manda em todos”, aponta Vera.

“Em um futuro bem imediato, as reações dos colegas podem fazer a criança perceber que precisa mudar. Ela se comportará com eles como faz com a família e receberá a não-aceitação como resposta. Terá de lidar com isso para ter amigos”, afirma Marcia.

Mesmo assim, ela ainda correrá o risco de não conseguir rever seus comportamentos devido a uma superproteção parental, adverte Vera: “Em alguns casos dá para ela se salvar, mas muitos pais preferem culpar o ‘mundo injusto com seu filho perfeito’, o que impede que ela entenda as necessidades dos outros e reforça seus problemas de inadequação para a adaptação social”.

E como fica o casal?

Além de todas as complicações causadas pela infantolatria na vida dos filhos, ela prejudica – e muito – o casal que a promove. “Na relação saudável, o casal continua sendo o mais importante na família mesmo com a chegada da criança. Se os pais mantêm o filho no centro por mais tempo do que o necessário, acabarão se afastando”, alerta Vera.

“Some o casal. O ‘marido’ e a ‘mulher’ passam a ser o ‘pai’ e a ‘mãe’. E se em uma casa a mãe é a santa e o filho é o deus, onde fica o espaço do pai?”, questiona Marcia. “Muitos tentam entrar, reconquistar seu espaço, mas outros simplesmente caem fora”, constata.

O futuro da infantolatria

Sabendo disso tudo, os pais têm condições de se preparar para evitar os estragos na criação dos filhos. Marcia conta que percebe que as pessoas têm encontrado em sua análise uma saída para a tirania infantil.

“Não sou adivinha, mas creio que o novo arranjo familiar, em que os pais também assumem funções na criação dos filhos e as mães seguem carreiras por prazer, vá ajudar a mudar o panorama, assim como os arranjos homoparentais que começam a ser mais comuns”, diz, para complementar: “Creio que todos os comportamentos continuarão existindo, mas temos a obrigação de trabalhar para reverter esse quadro. O filho não é o centro porque quer, mas porque o adulto permite”.

Vera enxerga o futuro da situação de forma um pouco diferente. “Nossa sociedade é muito apressada e, no geral, não dá espaço para a preocupação com o outro. Isso tende a potencializar esse tipo de problema, a naturalizar para a criança o fato de que ela é o que mais importa, como aprendeu em casa com o comportamento dos pais em relação a ela”, finaliza.

Médico enumera sete pecados capitais cometidos contra a infância.

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“O verdadeiro caráter de uma sociedade é revelado pela forma com que ela trata suas crianças.” A frase, de Nelson Mandela, foi escolhida pelo médico pediatra Daniel Becker para introduzir uma lista onde ele aponta os sete pecados capitais cometidos contra a infância.

Daniel falou sobre o assunto no evento TEDx Laçador, realizado em Porto Alegre, em junho. Segundo o palestrante, as crianças brasileiras vêm sendo muito maltratadas pela sociedade. “Além de o país não oferecer boas condições de saúde, moradia, educação e segurança, os pais e cuidadores das crianças têm cometido pecados ao longo de sua criação”, afirma.

Por Bruna Ramos – Portal EBC Fonte:TEDx Talks

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O médico enumera:

1 – Privação do nascimento natural e do aleitamento materno

“A cultura da cesárea faz com que as mulheres acreditem que o parto normal deve ser a cesárea. Que o parto normal é nocivo, doloroso, perigoso. Isso gera diversos malefícios para as crianças.” “Da mesma forma acontece com o leite materno. A mulher quer amamentar sua filha, mas (muitas vezes) em dois meses esta criança está desmamada. Isso vem, em grande parte, por causa da indústria, que faz propaganda pelo nome que dá às suas fórmulas: “premium”, “supreme”, e a propaganda que ela faz com o médico.”

2 – Terceirização da infância

Por causa da falta de tempo dos pais, que têm que trabalhar para sustentar a família, as crianças estão sendo deixadas em creches ou com babás. “Perdemos o que é mais precioso na infância: o convívio com os filhos. Convívio é aquilo que nos dá a intimidade, a capacidade de estar junto, o amor, a sensação de estar cuidando de alguém, a sensação de conhecer profundamente alguém”.

3  – Intoxicação da infância

Também pela falta de tempo, é mais acessível trocar a comida tradicional brasileira por uma alimentação rica em gordura, sal e açúcar, que vem da comida congelada e industrializada. “Obesidade e diabetes estão explodindo na infância”.

4 – Confinamento e distração permanente

As crianças passam até oito horas por dia conectadas em aparelhos eletrônicos. Esse confinamento impede que elas tenham um momento de consciência, de vazio, de tédio. “O tédio é fundamental na infância. Porque o tédio e o vazio são berço daquilo que é mais importante para nós, a criatividade e imaginação. Nós estamos amputando isso dos nossos filhos.”

5 – Mercantilização da Infância e Consumismo Infantil

Assistindo muita televisão durante o dia, as crianças são massacradas pela publicidade, por valores de consumismo. “E essa publicidade é covarde, explora a incapacidade da criança de distinguir fantasia de realidade, explora o amor dela por personagens e instiga nela valores como consumismo obscessivo, hipervalorização da aparência, a futilidade e coisas piores”.

6 – Adultização e erotização precoce

“Existe uma erotização que usa a criança de 7, 8 anos para vender produtos de moda, uma erotização baseada no machismo, na objetificação das meninas e das mulheres, na valorização excessiva da aparência.”

7 – Entronização e superproteção da infância

Para compensar a ausência, muitos pais tornam-se permissivos e acabam perdendo a autoridade sobre seus filhos. Mas a criança precisa de gente que conduza a vida dela. “A gente sabe que a importância dos limites do não são formas fundamentais de amor. A gente precisa dar para os nossos filhos, mas a gente tá perdendo a capacidade. Em vez disso, a gente se interpõe entre as experiências dos filhos e do mundo fazendo justamente que eles não tenham experiência da vida e portanto não desenvolvam mecanismos de lidar com a frustração, com a dor e com a dificuldade. E certamente o mundo vai entregar para eles mais tarde.”

Como forma de enfrentar estes pecados, Daniel propõe uma solução que passa por mudanças em apenas dois fatores: tempo e espaço. No caso do tempo, o médico sugere que os pais estejam presentes na vida do filho em pelo menos 10% do tempo em que estão acordados. Em uma conta geral, isso representa 1h40 por dia de dedicação aos filhos. Em relação ao espaço, a orientação é estar perto da natureza. “O convívio com o espaço aberto vai afastar a gente das telas, vai reduzir o consumismo e o materialismo excessivos, vai promover o livre brincar (que, por sua vez, vai gerar inteligência, humor e criatividade), vai gerar convívio entre as famílias, vai promover o contato com o ar, o sol e o verde e vai reduzir todos os problemas da infância.”

6 segredos das crianças que (quase) nunca ficam doentes…

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Basta incluir hábitos simples na rotina da família para que seu filho tenha uma saúde de ferro, daquelas bem difíceis de derrubar. Veja só

Revista Crescer

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Você, certamente, conhece alguém que tenha uma saúde de ferro. Sabe aquela pessoa que quase nunca fica resfriada, mesmo após tomar um banho de chuva e ficar horas com a roupa molhada no corpo? Ou, então, pode comer qualquer coisa que (quase) nada faz mal? Qual será o segredo dela? CRESCER conversou com o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), para descobrir o que você pode fazer para que para dar uma reforçada na saúde do seu filho. Os segredos, como você vai ver, são simples e os resultados, bem duradouros. Vale a pena tentar. Confira

Ser amamentada com leite materno até os 6 meses

É o alimento mais completo que você pode oferecer ao seu filho. Só ele é capaz de suprir todas as necessidades de nutrientes e sais minerais do seu bebê até os 6 meses. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne muitas doenças, como alergias, obesidade, anemia, intolerância ao glúten etc. Segundo Fisberg, novas pesquisas mostram que as crianças amamentadas com leite materno crescem e ganham peso mais devagar, o que ajuda a prevenir o excesso de peso, um problema que vem aumentando entre as crianças ultimamente.

Ter uma alimentação variada

Seguir uma dieta rica em nutrientes garante que o estado nutricional da criança se mantenha dentro do esperado, nem abaixo nem acima. É por meio de uma alimentação variada que a criança consegue suprir todas as suas necessidades de ferro, proteína, cálcio, fibras, vitaminas e minerais. “Carnes, especialmente as vermelhas, oferecem nutrientes importantes para o desenvolvimento das crianças e são absorvidos facilmente pelo organismo”, diz Fisberg. É importante incluir também vegetais verde-escuros, vermelhos e laranjas, para garantir as vitamina A e D. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a introdução de novos alimentos na dieta do bebê deve acontecer a partir do 6o mês, principalmente daqueles considerados alérgenos, como o ovo, peixe, amendoim e cerais. Isso porque nessa fase o sistema imunológico ainda está em formação, o que diminui o risco de reações alérgicas.

Tomar vacinas

O calendário brasileiro de vacinação é um dos mais completos do mundo. Por isso, deixar de proteger o seu filho está fora de questão. Ao manter a caderneta de vacinação da criança em dia, você garante não apenas a saúde dela, mas da população ao redor e ajuda a diminuir a mortalidade infantil. “Sem as vacinas, ainda morreríamos de sarampo e rubéola”, diz a pediatra Isabella Ballalai, diretora da Sociedade Brasileira de Imunizações.

Brincar mais ao ar livre

É dessa forma que seu filho vai trocar o ar dos pulmões, ter contato com o sol – para aumentar a produção da vitamina D no organismo – e até com novas bactérias que vão ajudá-lo a fortalecer o sistema imunológico.

Dormir bem

Uma boa noite de sono é fundamental para o seu filho estar disposto para mais um dia pela frente. Só que, para isso, ele precisa ter uma rotina saudável, o que inclui horários para comer, dormir, estudar, praticar atividades físicas. Isso tudo vai impactar diretamente na saúde da criança. Vale reforçar aqui que estudos já mostraram que a privação de sono aumenta o risco de obesidade.

Lavar as mãos

Simples e eficaz. Lavar as mãos com água e sabão é uma das formas de evitar o contágio de doenças infectocontagiosas. Segundo a Unicef, no Brasil, lavar as mãos, principalmente após usar o banheiro, antes de comer e depois de brincar ao ar livre, ajuda a reduzir em mais de 40% os casos de doenças diarreicas, e em quase 25% os casos de infecções respiratórias. Anotou?

A criança que brinca, torna-se um adulto que respeita

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Por: Geraldo Peçanha de Almeida | Em: 30/07/2014
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A  brincadeira tornou-se hoje o maior obstáculo para a educação de filhos saudáveis. Na era na informática onde computadores e eletrônicos concorrem a até roubam a infância, os pais muitas vezes não sabem como lidar com a questão.
E de fato tudo é muito complicado mesmo. Muitas vezes, nós pais achamos que se impedirmos nossos filhos de horas no computador estamos isolando-os de um mundo que é o deles. Por outro lado, se empreendemos uma luta por manter r e resgatar formas mais saudáveis de brincar parece que estaríamos obrigando nossos filhos a viver uma infância que já se perdeu.
Dessa forma, pergunta-se? É possível um caminho do meio? Sim. A resposta é exatamente esta. Não podemos nem permitir que nossos filhos entreguem à informática sua infância e nem podemos obrigá-los a viver tão somente em um passado saudosista. O caminho é encontrar o equilíbrio entre tantas formas de brincar.
O brincar faz com que a criança se perceba. Faz com que ela reconheça suas potencialidades e seus limites. É o brincar que internaliza na criança  a regra saudável de convivência, e é o brincar que vai ajudá-la a ser um adulto saudável.
Quem não brinca carrega uma amargura na alma. A criança precisa se permitir brincar. Ela organiza e reorganiza um mundo a partir do brinquedo e nós precisamos permitir que elas façam isto senão corremos o risco de torná-las adultos inflexíveis.
Não importa a forma, o brincar precisa de diversidade, de multiplicidade e de simplicidade. É possível uma criança brincar ate mesmo com seus próprios dedos.
Brinquedos lúdicos, tradicionais ou modernos podem conviver de forma harmoniosa em casa, na escola ou até mesmo em áreas de lazer comuns em prédios, bairros e shoppings.
É papel dos pais encontrar tempo para acompanhar o brincar das crianças, pois é por meio dele que desponta belo e lindo adulto  pra vida.

Castigo para pensar nem pensar!

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Pense bem antes de mandar seu filho pensar sobre um erro que ele cometeu. Você acha mesmo que ele está preparado pra isso? Por Por Silvia Braccio, mãe de Pedro e Rafael

Castigo: pena ou punição que se inflige a pessoa ou animal.
Pensar: submeter ao processo de raciocínio lógico; ter atividade psíquica consciente e organizada; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção; refletir sobre, ponderar, pesar.

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Então, vamos pensar juntas. Você vê alguma relação possível entre o substantivo e o verbo descritos acima pelo dicionário? Enquanto o castigo representa um ato de repreensão, portanto, algo que não é bem-vindo (afinal, ninguém quer ficar de castigo), o pensar indica uma atitude enriquecedora, profunda, madura e reveladora. Não é assim? Mas aí vêm as supernannies (as superbabás que acham que detêm as chaves secretas da educação) com seus manuais e decretam “quando seu filho fizer algo errado, coloque-o no cantinho do castigo para pensar”. Ok, pensemos nós que somos adultas: Você acha mesmo que seu pequeno de 3 anos vai usar aqueles minutos de isolamento pensando no que fez, refletindo sobre as consequências dos seus atos e voltar dali uma criança melhor, mais bem-educada? Não, não vai. E quem faz esta afirmação são os especialistas no assunto. “Botar uma criança pequena para pensar no que fez só serve para dar uns minutos de descanso para a mãe, não tem função educativa, porque a criança só consegue pensar sobre o que fez e só compreende o sentido moral das regras e dos valores a partir dos 6, 7 anos”, explica nossa colunista, a psicóloga e pedagoga Elizabeth Monteiro, mãe de Gabriela, Samuel, Tarsila e Francisco. “Não gosto das supernannies, o que elas fazem é adestramento, e quem faz isso com uma criança não conhece seu desenvolvimento cognitivo, psíquico e intelectual.” Do ponto de vista emocional, deixar a criança sozinha não deveria ser um castigo, mas um privilégio. “Quando a gente coloca a criança para pensar mostra que não quer ficar com ela. E se ela não pensou quando bateu ou mordeu ou fez algo errado, por que vai pensar agora? Como dizia minha mãe, ela fica pensando na morte da bezerra e não no que você pediu. Terminado o período de prisão, ela fica livre para fazer tudo de novo. Não houve uma atitude educacional” pondera a doutora em psicologia escolar Luciene Tognetta, mãe do Gabriel.

O pensar, que é uma coisa tão boa, uma elaboração, um sinal de inteligência e crítica, acaba virando um castigo. Como a criança só passa a refletir realmente sobre seus atos a partir dos 6 anos, sabe o que ela faz quando vai parar no tal do cantinho? Cria mecanismos automáticos para se livrar da punição. “Já pensei, posso sair agora?”, diz sem acreditar no que está dizendo. O papel dos pais é fazer o filho entender os próprios sentimentos para que ele aprenda a nomear suas emoções. Dizer a ele frases do tipo:“Você está triste porque seu brinquedo quebrou, você está irritado porque quer dormir, você está bravo porque eu não deixei você fazer o que queria. Essa é a principal função da mãe até os 5 anos. É muito mais importante do que fazer a criança pensar sobre um erro. Você está com ela criando associações”, ensina Betty.

Criança é do contra

O castigo é importante, sim, e funciona desde que tenha uma correspondência direta com o erro. Ele deve ser educativo e não punitivo. “A partir dos 3 anos, a criança já fica mais solta e tem percepção do que agrada ou não os pais. Antes disso, o “não “ é muito importante, porque é o primeiro organizador psíquico. Até os 4, 5 anos de idade, a criança é naturalmente oposicionista, em outras palavras, é do contra. Acha que é o centro do universo e as pessoas estão ali para servi-la”, explica Betty. Quantas vezes por dia seu filho diz “mãe, tô com fome”, “mãe, pega isso pra mim”, “mãe, vem aqui”?

Segundo a psicóloga, essa é uma característica egocêntrica, o que é bem diferente de ser egoísta. E aí os pais se confundem, rotulando o filho de egoísta por não querer dividir o brinquedo com um amigo, por exemplo. “Nunca se deve rotular a criança, porque o rótulo é pra sempre”, diz Betty.

O uso do “não”, no entanto, deveria ser menos banalizado. Há mães que dizem tantos, mas tantos, diariamente, que a criança nem dá mais importância. Diante de uma birra, uma boa alternativa é desviar o foco dela para outra atividade. “Mães que falam “não” demais acabam perdendo a autoridade. Ele precisa ser deixado para situações importantes, que não faltarão ao longo da infância e da vida adulta. Se o filho está mexendo na sua porcelana – que pra ele nada mais é do que um brinquedo –, tire o objeto de suas mãos, diga que é algo de que você gosta muito, que não quer que quebre e ponha em um lugar inacessível. Assim, você irá economizar muitos nãos inúteis.

Sujou? Limpa!

A criança sujou a parede? Então, faça-a limpá- la – do seu jeito, claro, sem exigir um trabalho impecável, pois o que vale aqui é a intenção mesmo. Deu um tapa em você? Segure as mãozinhas dela, olhe bem nos seus olhos e diga “eu não quero que você faça isso, a mamãe não faz isso (desde que você não faça mesmo). Estou muito brava”. E fique séria, seja firme. Essa é a tal correspondência direta com o erro. Desde muito cedo, a criança percebe quando seu comportamento deixa a mãe triste ou feliz. Por isso, é tão importante sinalizar imediatamente. “Você fez isso, é feio, a mamãe não gosta”. Mas atenção: mostrar que não gosta do que ela fez e jamais deixar a mínima dúvida do seu amor por ela. Nunca dizer “a mamãe não gosta de você porque você fez isso”. Nunca!

Um grande equívoco é os pais punirem o filho privando-o de alguma atividade que lhe dá prazer e não tem absolutamente nada a ver com o erro cometido. Vocês foram ao supermercado, ele fez birra porque queria determinado chocolate que você não comprou e então você tira o videogame por dois dias. “Mas qual é a relação da birra com o jogo? Nenhuma. Então, o castigo é dizer que você não vai mais levá-lo porque ele não sabe se comportar naquele lugar”, ensina Betty. Agora,  e a criança está mal na escola por causa do videogame ou da televisão, aí sim é preciso interferir. “Sempre haverá uma escolha a fazer. A mãe pode dar a opção de ele estudar e depois ver TV ou ficar sem TV”, sugere Luciene. “O castigo não deve ser dado sem que a criança tenha condição de reparar o erro, de se responsabilizar por ele, por isso, falou um palavrão, deve conversar com quem ofendeu.” E não é isolando a criança em um cantinho que você vai fazê-la entender um erro. O pior é ela até se acostumar com aquela punição e esperar por ela com a maior naturalidade. “Há crianças que se conformam, tanto faz ficar ou não de castigo, e há aquelas dão um jeitinho de fazer algo errado escondidas dos pais, quando eles não estão vendo”, conta Luciene, que deixa uma pergunta: E quando essa criança crescer ela vai achar que pode fazer coisas erradas quando ninguém estiver olhando? Essa é pra gente pensar!

Combinações

Com crianças maiores, é possível fazer combinações, mas que sejam boas para os dois lados. De horários de estudo, por exemplo. Mas não adianta você definir um período em que seu filho vai estar interessado em outra coisa e não vai estudar. Pergunte a le, deixe-o decidir quando se sente melhor para enfiar a cara nos livros. Mas também deixe claro que combinados não se quebram, porque aí quebra-se algo essencial em qualquer relação: a confiança.

Dicas de experts

  • Mude o foco:

Quando a criança insiste em mexer em algo que não deve, distraia a atenção dela com outra coisa em vez de ficar gritando “Não mexe”.

  • Combine:

Seu filho tem que estudar, mas deixe que ele escolha o horário mais conveniente, desde que você concorde com isso.

  • Não faça:

Colocar a criança de castigo no berço vai fazê-la associar o sono a algo ruim.

  • Não rotule:

Se você ficar chamando seu filho de egoísta, preguiçoso, burro, é isso que ele vai ser. O jovem e a criança não sabem quem são, é o adulto que diz quem ele é.

  • Fique fora:

Se seus filhos estão brigando, não interfira. Eles querem chamar sua atenção.

  • Não a deixe chorando:

A criança introjeta uma sensação de abandono.O bebê precisa do toque, do colo, do cheiro, dasensação corporal.

Depoimento de Ana Paula Barbieri, advogada, mãe de Gael e Pablo

Para mostrar aos meus filhos que estão fazendo algo errado, chamo a atenção com tom de voz mais firme e mais alto do que o normal, para deixar claro que não gostei, que aquilo não é legal. Então, procuro explicar o motivo. O Gael tem 6 anos, já entende muita coisa, é capaz de manter um diálogo e até mesmo de argumentar. Ele já entende o tom de voz diferente e reage quando é contrariado.

Nunca fui a favor do tal cantinho pra pensar, nunca dei esse tipo de castigo pros meus filhos nem vou dar. O Gael gosta de brincar na pracinha perto de casa, gosta que a gente conte histórias, para citar alguns exemplos. Já notei que ameaçá-lo de ficar sem ou deixá-lo temporariamente sem alguma dessas atividades surte mais efeito do que deixá-lo de castigo.

Depoimento de Naiana Borges, atriz e jornalista mãe de João e Maria

Em casa, a gente tenta ao máximo falar com as crianças, explicar por que mamãe ou papai está pedindo tal coisa. O castigo acontece, não vou negar, mas ele é muito mais um tempo para os ânimos baixarem do que qualquer outra coisa. Nossa frase é ‘fique um pouquinho no seu quarto para você se acalmar, depois a gente conversa’. E não demoramos mais do que cinco minutos para voltar. Não acredito em castigo que ensine.

No meu entender, qualquer relação se fortalece com muita conversa franca, e na relação entre pais e filhos não poderia ser diferente. Acredito que essa história de ‘pensar por alguns minutos’, muito usada por aí, faça a criança associar a ideia de ‘pensamento’ a algo ruim. Eu e Diogo não somos de ‘passar a mão na cabeça’. A gente não só diz que ‘é errado’ ou ‘feio’. A gente faz questão de demonstrar nossa chateação. Se a gente não demonstrar aquilo que está no discurso, de nada adianta. Pra mim, tudo isso só vale mesmo com carinho. Educar é dar carinho.

Consultoria

Elizabeth Monteiro e Luciene Tognetta 

Como baixar a febre do seu filho…

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…e mais sete coisas que você precisa saber dela.

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De repente, você viu que seu filho está meio quietinho… Coloca a mão na testa dele e sente aquele calorão… É febre. “Sabemos que 1/3 dos atendimentos de emergência e ligações para pediatras são por causa de febre aguda”, conta Márcia Sanae Kodaira de Almeida, pediatra do Hospital Santa Catarina (SP). Mas antes de correr para o telefone ou para o hospital, há algumas coisas que você precisa saber:

1) A febre não é uma doença, é um sintoma. Isso quer dizer que o aumento da temperatura simplesmente mostra que alguma coisa está acontecendo no organismo, o que é um bom sinal. Febre está associada a quadros infecciosos ou inflamatórios e sinaliza que o corpo está em combate. “É uma reação do organismo para combater uma infecção. O sistema imunológico libera defesas, que circulam melhor quando a temperatura aumenta no organismo. Funciona como uma defesa”, explica o pediatra Cid Pinheiro, do Hospital São Luiz (SP).

2) Acima de 37,8°C a criança precisa ser medicada. Isso é um consenso entre médicos alopatas. “Acima dessa temperatura, a criança já começa a ter um mal-estar geral: dói a cabeça, dói o corpo”, explica Márcia. A medicação deve ser feita para aliviar esse sintomas, não necessariamente para baixar a febre. Após dar o remédio, mesmo que a temperatura ceda, se a criança continuar paradinha, gemente, prostrada, ligue para o pediatra. Vale lembrar que a faixa de temperatura “normal” do corpo vai de 36°C a 37,2ºC.

3) Crianças pequenas naturalmente têm uma variação maior de temperatura. Se você deixar a criança aquecida demais, com casacos e cobertas em excesso, a temperatura corporal pode aumentar significativamente por causa desse superaquecimento. Isso acontece por dois motivos. O primeiro é que o termorregulador da temperatura, que fica no cérebro, ainda é imaturo. O segundo é que a superfície de contato da criança com o mundo externo ainda é muito grande em relação à massa, o que faz com que os bebês ganhem e percam calor com mais facilidade. Para ter certeza de que é febre mesmo, desagasalhe e dê um banho no bebê e só então meça a temperatura de novo.

4) Não precisa temer a convulsão febril. “Um dos maiores temores dos pais é que a febre provoque convulsões nas crianças, mas isso é um mito”, explica Pinheiro. Apenas uma parcela muito pequena das crianças está sujeita a isso, e geralmente há uma forte predisposição genética. As crises convulsivas podem ser desencadeadas apenas quando a temperatura está subindo muito rapidamente, quando a criança tem em torno de 6 meses a 6 anos e apenas se ela tiver a predisposição.

5) Cuidado redobrado com… crianças menores de 3 meses e, principalmente, recém-nascidos. No primeiro pico de febre, eles devem ser levados imediatamente ao médico, assim como crianças com alguma doença de base (no coração, nos rins, no pulmão, ou aquelas que tomam remédios específicos). Nesses casos, o alerta é máximo.Se a criança não se encaixar nesses perfis, mas a febre persistir por mais de três dias, também é preciso procurar o pediatra.

6) Fique atento aos sinais de perigo. Se a criança com febre ficar muito prostrada, sonolenta demais, se estiver mancando, respirando rápido, gemente, com muita dor de cabeça ou dor abdominal prolongada, com irritabilidade intensa, choro incontrolável, manchas pelo corpo, ou se convulsionar, é preciso levá-la ao pronto-socorro imediatamente.

7) Intercale a medicação  Muitas vezes, antes do intervalo recomendado entre uma dose e outra de remédio, a temperatura  começa a subir novamente. Nesse caso, você pode dar um outro tipo de medicamento. Se a criança tomou paracetamol, por exemplo, você pode dar buprofeno. Também vale fazer esse revezamento para não exceder a máxima dose diária recomendada. Por exemplo, se o remédio pode ser dado de 4 em 4 horas, mas não mais que 5 vezes ao dia, em 24 horas, esse limite não seria respeitado, por isso, é melhor alternar as medicações. No entanto, SEMPRE com orientação do pediatra.

8) Para ajudar a baixar a febre você pode…

– DAR BANHO: “A temperatura da água tem que estar um pouco abaixo da temperatura que a criança está para ir roubando calor aos poucos. Mas nada de choque térmico – se a criança sentir frio, o próprio corpo vai tentar produzir mais calor, dando aquela sensação de calafrio”, explica Márcia.

– FAZER COMPRESSAS: mesmo que sejam menos efetivas do que o banho, era um costume de antigamente fazer compressas frias nas articulações e na testa para baixar a febre. Se a criança ficar incomodada com as compressas ou começar a sentir frio, melhor não insistir.

-REPOUSAR: Não precisa obrigar a criança a dormir, só descansar. Se ela fica agitada, o metabolismo aumenta e, consequentemente, a temperatura do corpo também.

– BEBER BASTANTE LÍQUIDO: Quando a criança ou adulto está com febre, ela transpira mais. A evaporação do suor rouba a água do corpo e essa perda de líquido pode provocar desidratação. Por isso, é importante manter o seu filho hidratado – o que não significa dar um monte de água.  “Conforme a temperatura for baixando depois da medicação, tente oferecer aos poucos, para evitar também que ela vomite. Quando a temperatura está muito alta, ela não vai querer nada, por isso, melhor tentar hidratá-la bem entre os picos de febre”, recomenda Márcia.

– COLOCAR ROUPAS LEVES: Quando a febre está subindo, sentimos mais frio. Quando ela estabiliza, vem a sensação de calor. Por isso, é importante prestar atenção às roupas, para que a criança fique confortável. Prefira tecidos leves, como algodão.

REVISTA CRESCER