Arquivo mensal: maio 2015

Seu filho é introvertido? Saiba como lidar com crianças mais reservadas

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Introspecção é diferente de timidez e, definitivamente, não é problema. É sobre isso que a psicóloga Christine Fonseca fala no livro ‘Quiet Kids’, lançado recentemente nos Estados Unidos. À CRESCER, ela dá dicas superúteis para pais e professores lidarem com quem é mais reservado.

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Por Tatiana Bonumá – Revista Crescer

Que fique bem claro: ser “fechado”, contido emocionalmente e gostar de brincar sozinho não é problema nenhum para uma criança. Mas pode ser para os pais, se eles não souberem lidar com esse temperamento do filho. A psicóloga norte-americana especializada em comportamento humano Christine Fonseca, autora do livro Quiet Kids(Crianças Quietas, em tradução livre) sem previsão de lançamento no Brasil –, viveu isso na infância. “Lembro da minha mãe lutando contra os mitos que ela própria carregava sobre o que era ser introvertido”, conta a autora no prefácio da obra, mãe de duas adolescentes de 17 e 13 anos.

Essas recordações a acompanharam até hoje e forama principal motivação para que escrevesse o livro, quaseumguia para educar filhos que são mais “na deles”. “Guardei na memória as informações que gostaria que meus pais tivessem para me entender melhor quando eu era pequena. Com esse propósito, escrevi cada página, com palavras que inspirassem pais e mães a conduzir seus filhos introvertidos num mundo extrovertido”, explica Christine. É exatamente isso o que ela faz nos 16 capítulos da obra, discutindo situações reais do dia a dia e trazendo orientações bem práticas. Algumas, você acompanha nesta entrevista exclusiva.

CRESCER: Quais são as principais características de uma criança introvertida?
Christine Fonseca: Normalmente, ela é vista como tímida, reservada, centrada nela mesma e busca a solidão. Porém, esses são só os aspectos mais evidentes ou superficiais desse temperamento. Outros traços importantes são: gosta mais de ouvir do que de falar, tem grande poder de reflexão, não emite a própria opinião sem antes pensar, emotivamente é mais fechada e, depois de um período de convivência social, precisa se isolar para renovar as energias.

C.: É o mesmo que ser tímida?
C.F.:
Não. A timidez pode ser entendida como um comportamento diante de situações específicas, enquanto a introversão é um traço de personalidade com o qual se nasce e que não se modula conforme o contexto nem desaparece como passar dos anos. Vou dar um exemplo: sou introvertida e fui uma criança tímida. Mas minhas escolhas profissionais me levaram a dar palestras para auditórios com centenas de pessoas. Ou seja, aprendi a lidar com isso e hoje não sou mais tímida, mas continuo introvertida. Podemos dizer que esse temperamento está  relacionado a fatores hereditários? Ainda não há pesquisas científicas que confirmem essa associação. Mas, como estudiosa sobre o tema, tenho certeza de que aspectos genéticos interferem, sim, na definição desse traço de personalidade. E, considerando que apenas 30% da população é introvertida, presumo que se trata de um gene recessivo.

C.: Você diz, no livro, que os sistemas nervosos do introvertido e do extrovertido funcionam de maneira distinta. O que isso quer dizer?
C.F.: Há, principalmente, dois neurotransmissores (substâncias que, no cérebro, conduzem os impulsos elétricos entre os neurônios) que interferem na personalidade. Um deles é a dopamina, mais utilizado pelos extrovertidos, que está relacionada com o pensamento rápido, a disponibilidade de correr riscos e a necessidade do estímulo externo para se renovar. Já os introvertidos acionam mais a acetilcolina que, por sua vez, favorece a capacidade de concentração, o foco, facilita a análise em profundidade, induz a preferência por ambientes mais calmos e silenciosos e a possibilidade de se revitalizar com o mundo interior. Claro que ambos, introvertido e extrovertido, têm esses dois neurotransmissores e possuem as duas características, porém, em intensidades diferentes, já que um solicita mais a dopamina e o outro, a acetilcolina.

C.: É possível perceber se o bebê será uma criança introvertida antes mesmo dos 2 anos? Quais são os sinais?
C.F.: Nessa idade não é possível ter certeza, mas dá para identificar alguns indícios de introversão como, por exemplo, mostrar-se hesitante diante de pessoas não muito familiares e ser bastante sensível aos estímulos do ambiente em que vive, além de precisar com mais frequência da proteção e do acolhimento dos pais.

C.: No seu livro, você afirma ser muito comum os pais quererem mudar a personalidade do filho. Por quê?
C.F.: A cultura ocidental idealiza e supervaloriza a extroversão, esperando que seus líderes sejam assim. Repare: o sistema educacional, as referências profissionais, os valores das corporações são sempre no sentido de enaltecer aquele que se coloca, que tem uma personalidade mais solta. No Oriente, acontece o contrário, lá a introversão é vista como uma qualidade. Na minha opinião, um e outro têm seus pontos positivos e devem ser enaltecidos socialmente.

C.: Identificar se o filho é ou não introvertido pode ajudar os pais em algum aspecto?
C.F.: Sim. Conhecer e aceitar a personalidade do filho são atitudes fundamentais para que os pais eduquem as crianças com autoestima. Em outras palavras, entender o temperamento da criança torna mãe e pai mais aptos a estimular suas qualidades, independentemente do filho ser introvertido ou extrovertido. Assim, também ficará mais fácil equilibrar, evitando que os introvertidos fiquem muito fechados e os extrovertidos, soltos demais.

C.: Ao ler o seu livro, concluímos que o mais importante é que a criança se sinta bem com ela mesma e reconheça suas qualidades. Como os pais podem ajudar nesse sentido?
C.F.: O essencial é que eles aceitem os filhos do jeito que são. Depois, é só incentivar a criança a caminhar nesse mesmo sentido: aceitar quem ela é, entender e gostar da própria personalidade. Especificamente no caso dos introvertidos, é interessante que os pais respeitem a necessidade do filho de ficar sozinho de vez em quando e de precisar, em muitos momentos,  de ambientes calmos.

C.: De que forma os pais podem auxiliar na vida social dos filhos?

C.F.: Acho que podem atuar, principalmente, conversando sobre a importância de a criança
se defender nas situações em que se sentir intimidada e exercitar o diálogo, preparando-a
para se soltar um pouco mais e sustentar um bate-papo sem problemas. É interessante que os pais falem dos próprios sentimentos, elucidando como as crianças podem fazer e encorajando- as a confiar em si mesmas.

C.: As redes sociais e o mundo virtual são aliados das crianças introvertidas?
C.F.: Esses recursos são valiosos para quem é introvertido. A conversa, olho no olho, demanda muita energia. Já a comunicação virtual diminui os desafios, é menos complexa, permite que os introvertidos se soltem e sejam mais espontâneos. Claro que isso só vale se os pais garantirem que seus filhos naveguem de forma segura e que tenham rotinas equilibradas entre vivências virtuais e presenciais.

C.: Alguma dica a mais?
C.F.: O maior presente que os pais podem dar aos filhos é acolhê-los do jeito que são, sem querer mudá-los. Assim, automaticamente, estarão ajudando as crianças a desenvolverem as características positivas que a introversão traz, como a capacidade de refletir profundamente, ser inovador e criativo na solução dos problemas.

Os 5 erros cometidos por pais de crianças introvertidas


Christine Fonseca lista os deslizes mais comuns e explica por que eles devemser evitados:

Incentivar o filho a ser extrovertido – “Agindo dessa maneira, os pais transmitem ao filho a mensagem de que há algo errado em ser introvertido e que isso precisa ser mudado. Em vez de pressionar a criança para conviver com situações incômodas para ela, tente ajudá-la a enxergar os aspectos positivos de seu temperamento.”

Cobrar que a criança tenha mais amigos – “A antiga confusão entre quantidade e qualidade. Diante desse discurso, pode parecer que os pais acham que o filho não sabe fazer amizades. Não é nada disso. Crianças introvertidas são ótimas amigas, porém, preferem ter menos contatos, e mais profundos.”

Achar estranho o fato de ele querer ficar sozinho – “É bem provável que ele precise ficar sozinho para renovar suas energias e entrar em contato com as próprias emoções. Esse momento deve ser encarado como algo saudável e não problemático.”

Tratar a introversão como doença – “Nenhum aspecto relacionado à introversão diz respeito à saúde mental. Trata-se de um traço de personalidade e não de uma patologia. Isso tem de ficar claro para a família toda e os pais precisam respeitar as necessidades do filho.”

Forçá-lo a frequentar ambientes mais agitados – “Ser introvertido significa ter alta sensibilidade ao ambiente em que está. Locais muito agitados, barulhentos e caóticos perturbam. Ajude seu filho a cultivar o hábito de fazer pausas durante o dia, para ficar sozinho. Assim, ele se fortalece e fica mais tolerante com relação aos locais menos silenciosos.”

Como ajudar os filhos na escola

Os pais também podem encorajar a criança introvertida a começar o ano escolar sem tanto frio na barriga

Não faça interrogatórios – Evite questionar seu filho sobre como foi o dia logo que ele sai da sala de aula. Dê um tempo para ele descansar e recarregar a bateria. Assim, mais tarde, ele Naturalmente contará o que foi importante, na hora em que estiver mais preparado.

Converse com a professora – Faça dela sua parceira e, se tiver oportunidade, fale sobre as características do seu filho e as necessidades que ele apresenta, de forma leve, sem que isso pareça ter gravidade.

Garanta o equilíbrio – Os problemas parecerão bem mais leves se a criança estiver descansada (contando com boas horas de sono), disposta (ou seja, que tenha feito atividade física) e alimentada (inclusive, respeitando o tempo de que ela precisa para comer, que pode ser maior para os introvertidos). Se tudo isso estiver bem, mais satisfeita a criança ficará com a rotina escolar dela.

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Porque não explicar tudo para a criança pequena

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O ser humano leva 21 anos para adquirir maior consciência das coisas. Esse tempo é o tempo que o sistema nervoso central leva para mielinizar todas suas células nervosas, isto é, deixa-las maduras. Essa bainha de mielina é a responsável pelas conexões nervosas (sinapses) entre os neurônios.

Nos primeiros anos de vida, até a troca dos dentes, por volta dos seis anos, a mielinização para a aprendizagem está sendo formada. A consciência da criança está ainda num estado de sono nesta etapa da infância, ou seja, ela não tem consciência das coisas como nós adultos já a temos. Por isso que a criança é criança e depende de nós para tudo. Ela não tem discernimento, crítica e julgamento ainda sobre as coisas da vida.

Ter consciência significa fazer as sinapses entre os neurônios. Nas sinapses há um dispêndio de energia muito grande. Por isso que quando prestamos atenção em algo ou quando usamos por demais nossos órgãos dos sentidos nos sentimos cansados. À noite necessitamos dormir para repor essa energia gasta durante o dia de vigília, de atenção a tudo.

Em antroposofia costumamos dizer que nos sete primeiros anos o corpo da vida ( vital, ou etérico) da criança está sendo plasmado, formado. Seus órgãos ao nascer não estavam de todo amadurecidos e para que esse amadurecimento ocorra é necessário ter energia, vitalidade. Lembre-se sempre que consciência é gasto de energia, é queima de substância cerebral.

O cérebro também é um órgão e ele é a base para o pensamento. Se a criança até três anos está formando cérebro para pensar como é que ela pode usá-lo pensando? Não se cozinha feijão numa panela que ainda está sendo feita! Como a criança ainda não tem a coordenação fina pronta porque lhe dar um lápis, uma agulha? Se ela ainda não se administra nos perigos porque lhe dar a tesoura, a faca?

Outros órgãos como o fígado, pulmões, coração, rins, estão amadurecendo também e quando exigimos da criança que aprenda algo com a cabecinha, ou entenda as coisas como nós queremos que ela entenda, estamos fazendo com que ela use essas forças formativas que estão plasmando os órgãos para a compreensão e o entendimento e aí nós as DESVITALIZAMOS e promovemos uma má formação dos órgãos PARA O RESTO DE SUAS VIDAS!

Já está provado pela ciência que o avanço da doença ALZHEIMER é também decorrente de uma exigência precoce do sistema neurosensorial na infância. Rudolf Steiner cita muitas vezes esse fator em seus livros. Por isso que a Pedagogia Waldorf, por estar baseada numa ciência antroposófica, preocupada em formar seres humanos saudáveis, verdadeiros e livres, é totalmente contra a alfabetização precoce. Essa pedagogia prima por excelência pela saúde física, emocional, mental e espiritual da criança e do adolescente principalmente no período de seu desenvolvimento.

Hoje, com essa mania de escolarização precoce, as crianças de um modo geral estão muito doentes: depressão, dores de barriga, dores de cabeça, pedra nos rins, pneumonia, cansadas, entediadas, tristes apáticas… O que estamos fazendo com nossas crianças?

As crianças aprendem pelo movimento e pela repetição. Se quiser que ela atenda uma ordem faça o que quer que ela faça: coma você com a boca fechada se quer que assim o aprenda; fale você mais baixo; feche a porta você sem bater; escove você os dentes com a torneira fechada; seja você carinhoso com ela, e assim por diante. Na infância as crianças aprendem pela IMITAÇÃO do que você faz e não pela palavra, pelo sermão. Mas, é óbvio que precisamos conversar com ela para que aprender a falar; mas devemos saber o que falar e o que não falar.

Deixe que a criança descubra o mundo por si mesma, vivenciando-o; experimentando-o; incorporando-o e, sobretudo, aprendendo ao vivo e não através da mídia. Promova-lhes as oportunidades. Quanto mais a criança descobrir por si através do movimento, do equilíbrio e dos seus órgãos dos sentidos, mais ela fará conexões nervosas e quanto mais sinapses ele tiver feito na infância por ela mesma mais espaço no cérebro ela terá para a aprendizagem posterior cognitiva.

Fonte Indicada Pedagogia Waldorf Joinville

Saiba como substituir alimentos de que seu filho não gosta…

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Seu filho não precisa gostar de todos os alimentos. Se ele não come uma verdura, por exemplo, você pode substituí-la por outra que tenha os mesmos nutrientes. Saiba como fazer as trocas em casa e veja em qual receita o ingrediente substituto pode entrar.

Fruta Substituto Dica de uso
Maçã Pera, laranja e goiaba também são ricas em fibras (as duas últimas contêm maior quantidade de vitamina C). Duas opções: misture na salada ou faça um suco com a fruta preferida.
Abobrinha Abóbora japonesa, moranga, chuchu e berinjela também
são fonte de minerais.
Coloque-os no meio de uma lasanha ou misturados na carne moída.
Brócolis Assim como o brócolis, a couve-flor, a couve e o repolho agem na prevenção contra o câncer. Refogue e misture no arroz ou no espaguete (tipo yakisoba) ou sirva cozido com molhos.
Banana Mamão, abacate e morango também ajudam a regular as taxas de colesterol. Bata com leite ou faça doces, como compotas de banana e de mamão ou torta de morango.
Couve Como a couve, o espinafre, a acelga e a escarola aumentam as defesas do organismo. Prepare omeletes, suflês, recheios de panquecas ou misture-os à massa do nhoque

Sucos para a lancheira das crianças…

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5 formas de fugir do suco de caixinha

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Preparar uma lancheira saudável e que agrade o paladar da criança é sempre um desafio. A nutricionista Larissa Raucci, de São Paulo, que ofereceu um curso sobre o assunto, dá dicas para substituir os sucos industrializados.

* Prepare sucos naturais e coloque no freezer. Congelar faz perder um pouco dos nutrientes, mas ainda é melhor que uma versão pronta cheia de açúcar. Prefira frutas que demoram mais para oxidar, como manga e maracujá.

* Fique atento ao tempo de descongelamento. Tire do freezer uma hora antes de a criança ir para a escola – quando chegar o recreio, estará pronto para beber. Coloque em garrafa térmica para manter a temperatura.

* Polpas congeladas também são uma opção mais nutritiva que os sucos prontos. E mais práticas que os naturais.

* As crianças aceitam melhor frutas mais doces como manga, melancia ou uva. Para adoçar sucos mais ácidos, adicione mel.

* A combinação de frutas é uma alternativa para misturar sabores e nutrientes, como manga e abacaxi.

15 opções de lanches gostosos e nutritivos para seu filho levar à escola…

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O que não pode faltar na lancheira do seu filho? Em primeiro lugar, é preciso levar em conta o período em que a criança estuda e a refeição que fez antes de ir à escola. “De uma maneira geral, ela deve levar um alimento de cada grupo alimentar, ou seja, uma fonte de proteína (iogurte, queijo, leite), uma fruta (tanto in natura quanto o suco sem açúcar) e um carboidrato (pães e cereais)”, sugere a nutróloga Elisabete Almeida, diretora do programa Meu Pratinho Saudável (SP). Ela lembra, ainda, que é importante incentivar o consumo de oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas) em quantidades moderadas, pois contêm as chamadas gorduras boas, que evitam doenças cardiovasculares.

Para Jociane Catafesta, nutricionista de Porto Alegre, os pais podem – e devem! – pedir a opinião e a ajuda do filho na hora de montar a lancheira. “Escolha as frutas da estação, que têm menos agrotóxicos, e dê preferência às que podem ser consumidas com casca ou que sejam fáceis de descascar”, reforça a especialista, lembrando que a maioria delas perde vitaminas e oxida (fica com aparência escura) após serem cortadas. Os sucos naturais devem ser feitos no horário mais próximo possível antes de sair de casa e, assim como os lanches, devem ser acondicionados em lancheiras térmicas ou na geladeira da escola, se possível. Para ajudar você, CRESCER preparou um cardápio com 15 sugestões de lanches com o apoio das especialistas. Confira!

1) 1 tapioca com queijo branco (ou processado), geleia de frutas e âmendoas em lascas + 1 copo de suco de uva integral;

2) 1 panini recheado com banana e requeijão + 1 copo de bebida à base de soja;

3) Salada de frutas com iogurte de garrafinha + cereal;

4) 1 fatia de bolo caseiro de fubá + 1 queijo processado + 1 copo de suco natural de mamão;

5) 1 banana picada com 3 colheres de sopa de granola (que deve ser levada separadamente) + 1 iogurte de garrafinha;

6) 4 cookies integrais + ½ tangerina + água de coco;

7) 2 fatias de pão integral com creme de ricota + 1 copo de suco de polpa congelada de morango;

8) 1 fatia de bolo de maçã com aveia e castanhas + 1 suco de fruta de caixinha 100% natural (sem açúcar e conservantes);

9) 1 porção de tomate cereja + 1 pão de queijo + 1 copo de suco de polpa congelada de goiaba;

10) 1 porção de cenoura baby + 1 porção de uvas sem semente + água de coco;

11) 1 porção de morangos inteiros + 4 cookies integrais + 1 copo de suco natural de melancia;

12) 1 porção de manga picada + 1 bisnaguinha integral com geleia + 1 copo de suco de uva integral;

13) 1 sanduíche de pão integral com queijo branco e cenoura ralada + 1 copo de suco natural de melão;

14) 1 barra de cereais + 1 iogurte + 1 suco de fruta de caixinha 100% natural (sem açúcar e conservantes)

15) 1 pão de queijo + 1 porção de melancia picada + água de coco;

Criatividade até na hora do lanche
Há dois anos, quando a filha mais velha entrou na pré-escola, Beau Coffron, de São Francisco, inventou um jeito muito especial de manter o vínculo com a menina mesmo à distância: lanches divertidos. Assim nasceu o blog The Lunchbox Dad (em inglês, quer dizer “O Pai da Lancheira”), que publica um lanche original todas as segundas-feiras, além de dicas de alimentação e testes de produtos alimentícios. Coffron, que acaba de lançar um livro com suas receitas, conversou com a CRESCER.

CRESCER: A chamada food art (arte na comida, em inglês) é importante até mesmo na lancheira?
Beau Coffron:
No meu caso, começou como algo divertido para fazer para minha filha, mas logo percebi que preparar lanches saudáveis e divertidos estimula as crianças a provar coisas novas também.

CRESCER: Pode dar alguma dica para os pais menos criativos, digamos assim?
B.C.:
Para quem está começando agora e quer tentar algo bacana, uma ideia fácil é usar as formas de cortar cookies para moldar sanduíches.

CRESCER: Como deve ser o lanche perfeito?
B.C.:
Eu tento fazer um lanche equilibrado, com comidas saudáveis. Para tanto, uso grãos integrais sempre que possível. Queijo também é ótimo porque é fácil de fazer criações com ele. Além disso, claro, frutas e vegetais não podem faltar. Não apenas porque são nutritivos, mas também porque as cores melhoram a aparência do lanche. Uma boa lancheira também ajuda, em especial os modelos com compartimentos diferentes para que a comida fique bem acondicionada e não saia do lugar até chegar à escola.

 Outra fonte: Cristiane Mara Cedra, nutricionista de São Paulo

Vai um Sustagen aí?

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Muito chocante olhar para lista de ingredientes desse produto e ver a quantidade de açúcar que ele possui, lembrando que a lista de ingredientes está sempre na ordem decrescente, ou seja, sempre o primeiro da lista é o que está em maior quantidade no produto, e qual é o primeiro dessa extensa lista ? SACAROSE e nem vamos entrar no mérito dos corantes que esse produto possui.

O mais triste é saber que ele é destinado ao público infantil e com a proposta de substituir uma refeição.

Açúcar vicia, não da para competir com ele, se colocar esse tipo de alimento na alimentação do seu filho vc só prejudica a aceitação de alimentos saudáveis.

Sem contar as doenças que já sabemos que o excesso de açúcar pode trazer a curto, médio e longo prazo… colesterol alterado, obesidade, diabetes, cancer ….

Fique atento a lista de ingredientes de alimentos para os diferentes nomes que o açúcar tem e principalmente se ele for um dos primeiros dessa lista:

SACAROSE, MALTODEXTRINA, GLICOSE, XAROPE DE MILHO, XAROPE DE GLICOSE, DEXTRINA, DEXTROSE, MELAÇO, MALTOSE E FRUTOSE.

Estamos de olho !!!

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FONTE: AS COMIDINHAS DO BÊ

Como Parar a Ecolalia em Crianças com Autismo

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Ecolalia é a repetição de sons que crianças autistas costumam fazer. A coisa boa da ecolalia é que é uma boa indicação do desenvolvimento da linguagem da criança. No entanto, se não for verificada, a ecolalia pode se tornar um hábito que interfere na aquisição das habilidades sociais da criança. A melhor forma possível de parar a ecolalia é ensinando à criança autista formas mais eficientes de comunicação.

 
 Método 1 de 3: Ensinando Seu Filho as Formas de Responder Perguntas
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    Ajude seu filho a entender que não tem problema dizer “eu não sei”. Para perguntas às quais elas não sabem a resposta, crianças autistas devem ser ensinadas a dizer “eu não sei”. Dessa forma, a ecolalia pode ser controlada fazendo sua parte para melhorar as habilidades de comunicação da criança.

    • Há evidências que sugerem que treinar uma criança a usar “eu não sei” para responder a perguntas ajuda-a a escolher e usar novas frases adequadamente. Dessa forma, a repetição da última palavra ou da mesma frase que elas ouvem pode ser controlada.
    • Podem perguntar para a criança algo com que ela não é familiarizada. Por exemplo: onde estão seus amigos? Para ajudá-la a lidar com a pergunta, a resposta “eu não sei” pode ser útil. Essa pergunta pode ser feita repetidamente e auxiliada respondendo como mesmo “eu não sei” até que a criança finalmente responda sozinha.
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    Motive seu filho a dar a resposta certa. Crianças com autismo estão propensas a recorrer à ecolalia quando elas não sabem o que dizer ou como responder a uma pergunta. Elas não sabem que respostas seriam apropriadas para a pergunta. Então a melhor abordagem é ensinar a criança a resposta correta.

    • Por exemplo: para a pergunta ‘qual é o seu nome?’, a resposta correta pode ser ensinada em vez de “eu não sei”. O exercício pode ser repetido até a criança dar a resposta correta quando for questionada.
    • Mas essa abordagem nem sempre é aplicável. A criança pode não aprender as respostas corretas para todas as perguntas. Por exemplo: qual é a cor da sua camisa? A cor irá mudar de acordo com a camisa que ela estiver usando em um dia particular. Pode não haver uma única resposta. Então essa abordagem só pode ser empregada para questões padrões.
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    Ajude seu filho a superar a ecolalia usando um jogo de preencher as lacunas. A criança pode aprender a usar o formato de preencher lacunas. Por exemplo: “Eu quero comer —–,” e mostre a elas as opções, por exemplo, maçã ou biscoito.

    • Deixe-as dizer o que elas querem para preencher a lacuna. Se elas não conseguirem dizer o que querem, você pode perguntar se elas desejam comer uma maçã ou um biscoito.
    • Provavelmente a criança irá repetir a última palavra que ela ouviu, como biscoito, mesmo se quiser comer maçã. Então dê a ela o biscoito, e se ela parecer insatisfeita com isso, tente dizer “parece que você não quer comer esse biscoito. Então você quer comer essa maçã?” E mostre a maçã a ela. “Se você quiser comer essa maçã, diga ‘sim’”. Um ‘sim’ pode ser dito para ajudar a criança.
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    Ensine ao seu filho respostas prontas. Uma das técnicas que podem garantir o mesmo sucesso para parar a ecolalia em crianças é a criação de respostas prontas para ela começar a usar.

    • Elas podem se tornar as respostas para algumas das perguntas mais comuns e gerais. Quando a criança conseguir lidar com questões gerais, ela pode seguir em frente para lidar com outras perguntas, que têm traços de indagações mais comuns, mas que podem ser mais específicas.
    • Esse processo gradual pode fornecer instrumentos para construir confiança, vocabulário, comunicação e interação adequada na criança.
     Método 2 de 3: Usando Técnicas de Exemplo
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    Entenda o que é a técnica de exemplo. Para tratar a ecolalia e estimular respostas adequadas na criança, o pai, terapeuta ou qualquer outro adulto lidando com a criança terá que dizer coisas na forma como as respostas devem ser usadas pela criança.

    • Isso é porque a criança tende a repetir o que foi dito a ela, que pode aprender as respostas certas ouvindo o que deve repetir e aprender.
    • Então, em vez de fazer perguntas à criança e ensiná-la as respostas certas, a ênfase deve ser levada à imitação de respostas, porque uma criança autista com ecolalia irá repetir exatamente o que você disser a ela. Essa técnica é chamada de “exemplo”.
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    Use as palavras exatas que você gostaria que a criança usasse. A técnica de exemplo deve incluir as palavras exatas e frases que a criança entende, seleciona e reproduz. Se ela não gostar de participar de uma atividade, ela pode expressar o desagrado gritando, ficando violenta, chorando ou de outras formas desagradáveis. Como elas são tão boas em repetir, as crianças podem ser auxiliadas a dizer palavras e frases como ‘não quero’, ‘não’, ‘agora não’.

    • Por exemplo: você já sabe que a criança não gosta de brincar com certo brinquedo, mas para ensiná-la a expressar isso verbalmente, pode fazê-la brincar com esse brinquedo e ficar usando frases ou palavras como ‘não’, ‘não gosto’, ‘não quero’.
    • Dessa forma, você pode tirar vantagem da ecolalia para ensinar a criança a se comunicar e aprender o vocabulário. Quando a criança escolher as palavras e frases certas para se comunicar, a ecolalia gradualmente começará a desaparecer.
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    Construa o vocabulário e as habilidades de comunicação do seu filho. Se você pretende dar um lanche a ele ou se for hora do leite, então é necessário dar um exemplo dizendo “—– quer tomar leite (o nome da criança deve ser usado na parte em branco). “—— está pronto para comer”.

    • Como a criança é boa em lhe repetir, isso pode ser usado para construir o vocabulário e comunicação. Geralmente, uma criança autista recorre à ecolalia porque não sabe o que dizer e como responder a pergunta, solicitação ou exigência.
    • Mas quando ele está selecionando a linguagem e construindo seu vocabulário, então a necessidade de se comunicar verbalmente substitui a ecolalia.
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    Diga frases para seu filho, em vez de apenas fazer perguntas. Ao usar a técnica do exemplo para controlar a ecolalia na criança, é melhor evitar perguntas como “você quer isso?”, “Você quer que eu lhe ajude?”, “Você gosta disso?”, porque elas ficarão estagnadas nesse padrão de perguntas, como resultado da tendência de selecionar o que elas ouvem. Então, dê o exemplo do que ele deve dizer.

    • Por exemplo: se você o vir tentando alcançar algo, em vez de perguntar “Você quer que eu lhe ajude?”, ou “eu devo lhe dar isso?”, tente dizer “me ajuda a pegar o brinquedo”, “me levanta para eu pegar o livro”. Repetidamente expondo-a ao que ela deve aprender ou repetir, a criança pode superar a ecolalia.
    • Finalmente, isso resolve a necessidade da criança de fazer repetições irrelevantes devido à sua inabilidade de responder adequadamente. Quando ela começar a aprender e a entender as nuances da comunicação simples, ela poderá seguir em frente sem o uso da ecolalia.
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    Evite dizer o nome da criança quando estiver praticando o modelo de exemplo. Deve-se tomar cuidado quando tentar conversar ou ensinar uma criança autista que usa a ecolalia, porque ela tem uma tendência forte de repetição. Ela também é muito boa em imitar. Então elas escolhem o que ouvem com uma facilidade relativa.

    • Por exemplo: quando seu filho precisar ser elogiado por um trabalho bem feito, em vez de usar o nome da criança, use a palavra que a parabeniza sozinha. Em vez de dizer “muito bom, Alex”, diga apenas “muito bom” ou mostre através de ações, na forma de beijos ou abraços.
    • Em vez de dizer “Oi Alex”, pode ser melhor dizer apenas “oi”. Usar o nome dele nessas situações é como reforçar a ecolalia, porque quando ele tiver que dizer “oi”, ele tende a acabar usando o próprio nome também.
     Método 3 de 3: Buscando Apoio para Seu Filho
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    Matricule seu filho em um programa de terapia musical. Pesquisas mostram grandes evidências de que a terapia musical tem um efeito profundo no tratamento dos sintomas do autismo em crianças e adolescentes.

    • Pode ser usado para melhorar a comunicação verbal e não verbal, e para melhorar habilidades sociais, enquanto reduz o comportamento de imitação. Terapia musical age como um estímulo e facilita o desenvolvimento da linguagem, enquanto atrai a atenção de crianças com autismo.
    • Músicas e jogos estruturados com música são parte da terapia musical. Essa intervenção musical é baseada na estrutura na qual a criança é encorajada a participar em comunicação recíproca, envolvendo-a em uma seleção de música.
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    Marque uma consulta com um fonoaudiólogo. Ele pode lidar com o problema e oferecer soluções a uma variedade de problemas relacionados à fala e comunicação. Essa técnica envolve:

    • Massagear e se certificar de que os músculos faciais e os lábios recebam exercícios amplos para garantir que a articulação seja refinada.
    • Envolver a criança no canto de músicas particularmente rítmicas e fáceis.
    • Usar o sistema de comunicação por troca de imagens que integra fotos e palavras. A criança pode aprender a usar fotos e depois relacioná-las às palavras.
    • Uso de sistemas eletrônicos. Crianças com autismo geralmente são boas com computadores e outros eletrônicos. Então elas podem ficar envolvidas com a digitação.
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    Ajude seu filho a se sentir mais tranquilo. Às vezes, a criança usa a ecolalia como uma reação natural às coisas que a sobrecarregam. Ela busca refúgio na ecolalia como uma forma de ter uma confirmação para si mesmo de que tudo está bem. Alguns dos fatores que podem perturbar a tranquilidade frágil da criança são a falta de uma dieta adequada e de descanso, sentir-se emocionalmente estressado, entediado ou cansado. Então cabe ao pai ou ao adulto fornecer o apoio e o cuidado necessários para a criança.

    • Crianças com autismo desenvolve ecolalia como forma de comunicação, porque elas estão dispostas a se comunicar, mas não têm as palavras, as frases e a gramática certa. Isso pode estressá-la. O pai pode precisar sustentar suas necessidades emocionais tentando envolver a criança em uma forma melhor e mais eficaz de comunicação.
    • Tente envolver a criança em várias outras atividades que sejam adequadas a ela, como esportes, arte, etc. Isso pode estimular a confiança dela, e quando isso acontece, a criança estará mais disposta a fazer esforços para ter uma conversa mais significativa, deixando a ecolalia desaparecer.
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    Saiba a diferença entre ecolalia imediata e atrasada. A ecolalia pode ser tanto imediata quanto atrasada. Exemplo de ecolalia imediata: você deve perguntar para a criança “você tomou o café da manhã?” e a criança responde algo como “tomou o café da manhã?”.

    • Exemplo de ecolalia atrasada: a criança ouve alguém dizer algo, provavelmente na televisão, telefone, filme, etc., e guarda isso na memória e usa quando for necessário. Por exemplo: o garoto pode ouvir algo como “eu amo panqueca”, então depois, quando tiver fome, ele tenta transmitir essa informação dizendo “eu amo panqueca”, embora ele não tenha a intenção de comer panqueca para saciar sua fome.
    • Se a criança usar ecolalia, então é provável que ela entenda o conceito de comunicação e esteja disposta a aprender a se comunicar, e que também esteja tentando se comunicar sem ter as habilidades para se envolver em uma comunicação significativa e eficaz.
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    Crie um bom ambiente de aprendizado para seu filho. A presença da ecolalia se torna mais pronunciada durante as situações e tarefas que a criança acha incompreensíveis, desafiadoras ou imprevisíveis. Essas situações e tarefas criam medo, raiva, ansiedade e um sentido de insegurança que provoca a ecolalia. Então, criar uma atmosfera favorável para a sua participação e envolvimento em tarefas, atividades e aprendizado é vital para que ela supere a ecolalia.

    • Ela deve receber tarefas e atividades que não a estimulem exageradamente. Seu progresso deve ser avaliado cuidadosamente antes que ela siga em frente para o próximo nível de aprendizado. Isso é para construir gradualmente a confiança. Exemplos de ecolalia tendem a ser reduzidos quando a criança cria confiança.
    • A ecolalia pode surgir quando a criança acha difícil compreender o que está sendo pedido a ela. Quando tem confiança, ela ficará confortável o suficiente para dizer que não consegue seguir o que ouviu e pedirá ajuda para entender.