Arquivo mensal: maio 2014

33 atividades baratas que manterão seus filhos ocupados por muito tempo…

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1. Coloque fita colorida no carpete para fazer pistas para os carrinhos de brinquedo de seu filho.

A fita sai facilmente quando terminar a brincadeira.

2. Fita adesiva também pode ser usada para criar um jogo de tabuleiro divertido fora de casa.

Saiba mais aqui.

3. Um par de esponjas e uma caixa de giz são tudo o que você precisa para transformar a entrada de sua garagem numa brincadeira de tiro ao alvo.

4. Você também pode usar giz e algumas roupas velhas das crianças para esta pequena diversão de verão.

5. Sacos de tinta explosivos transformam sua calçada numa obra de arte.

São totalmente seguros para crianças e podem ser feitos com materiais que provavelmente você já tem na cozinha.

6. Pintura com cola líquida e corante de comida.

Guarde tampas de potes de queijos, manteiga, ou creme para servirem como “telas”. Saiba mais aqui.

7. Use restos de plástico-bolha para fazer Pinturas com Pegadas.

As crianças irão dar boas risadas enquanto exploram seu lado artístico.

8. Faça-você-mesmo uma lona de arremesso.

Lona, corda, tesouras, canetinha, cola… jogue a bola.

9. Construa uma torre com recortes de esponjas.

Ou é uma atividade para um ambiente interno e sossegado ou uma atividade fora de casa com água – você decide.

10. Faça um rio no quintal com papel alumínio.

11. Prenda um rolo de papel toalha na parede para manter as crianças pequenas ocupadas.

As crianças deixarão cair os pompons dentro da vasilha várias vezes, e desenvolverão suas habilidades motoras no processo.

12. Alguns limpadores de cano e um coador também vão manter as crianças pequenas ocupadas.

13. Pano de saco (de um centro de jardinagem) pode ser usado para fazer uma boa estação de costura de pré-escolar.

Isto também é ótimo para desenvolver habilidades motoras aguçadas. Encontre como fazer aqui.

14. Pré-escolares também podem continuar a aprender como desenhar letras com este tabuleiro de escrever de açúcar, fácil de fazer.

 

15. Faça um acampamento dentro de casa.

As crianças também vão se divertir elaborando sua “fogueira”.

16. Faça experimentos com bolinhas de gude de água.

17. Faça bolhas alienígenas com este experimento científico super legal.

Gelo seco e solução de bolha (junto com algumas coisas que você provavelmente tem em casa) são tudo que você precisa.

18. Outro experimento científico super legal permite que crianças extraiam DNA de morangos.

Saiba mais aqui.

19. Foguetes de balão super divertidos também ensinam uma importante lição de ciência.

As crianças aprendem o conceito de “ação e reação”, enquanto se divertem para caramba.

20. Borrachas de lápis e uma bola de gude fazem um jogo de boliche caseiro surpreendentemente viciante.

Encontre como fazer aqui.

21. Fios bem amarrados é tudo que você precisa para deixar os seus filhos terem sua Missão Impossível.

22. Jogue “Fuja do Vulcão” para ensinar as crianças sobre reconhecimento de cores, nomes das formas, contagem e mais.

Encontre instruções e modelos aqui.

23. Coloque uma barra de sabão no microondas para fazer nuvens de sabão.

24. Faça uma tigela de pipoca e desafie seus filhos a jogar as Olimpíadas de Pipoca.

Descubra uma lista de jogos de pipoca, como “sopro do canudo”, e “lançamento à distância”, aqui.

25. Pratos de papel, palitos de picolé, e um balão são tudo que você precisa para brincar de Pingue Pongue de Balão.

A melhor parte é que esta atividade divertida dentro de casa pode ser apreciada sem quebrar nada. Eu deveria dizer, “Provavelmente sem quebrar nada”.

26. Fita adesiva e um alguns jornais enrolados são tudo que você precisa para esta atividade “Teia de Aranha Pegajosa”.

27. Transforme uma caixa velha num escorregador dentro de casa.

Este precisa muito de supervisão dos pais, evidentemente.

28. Faça uma cobra arco-íris de bolhas com materiais que você sem dúvida já tem em casa.

29. Faça-você-mesmo uma varinha gigante de bolha de sabão.

Saiba como aqui.

30. Encha balões com massinha para criar uma nova experiência de brinquedo.

31. Giz de cera e lixa são tudo que suas crianças precisam para fazer seus próprios desenhos em uma camiseta branca.

Saiba como aqui.

32. Corte uma boia espaguete no meio para fazer uma pista de corrida de bolinhas de gude.

Encontre as instruções aqui.

33. Boia espaguete também pode ser usada para fazer uma corrida de obstáculos no quintal.

Encontre mais diversão e ideias seguras com boias espaguete aqui.

 

 

 

Uma importante lição sobre gritar com os filhos

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Guardo com carinho os bilhetes que recebo de minhas filhas, quer sejam rabiscados com canetinha colorida sobre post-it ou escritos com letra perfeita sobre papel pautado. Mas o poema de Dia das Mães que ganhei na primavera passada de minha filha mais velha me causou impacto profundo.

Foi o primeiro verso que me deixou com a respiração presa na garganta, até que lágrimas quentes escorreram por meu rosto.

O importante da minha mãe é… que ela está sempre ao meu lado, mesmo quando me meto em problemas.

Sabe o que é… Nem sempre foi assim.

No meio de minha vida altamente cheia de distrações, iniciei uma nova prática que é completamente diferente de como eu me comportava até então. Virei gritadora. Não era frequente, mas era extremo –como um balão que está cheio demais, estoura de repente e dá um susto em todas as pessoas em volta.

O que havia nas minhas filhas, então com 3 e 6 anos, que me fazia perder a compostura? Era que ela insistia em sair correndo para buscar mais três colares de contas e seus óculos de sol cor-de-rosa favoritos quando já estávamos atrasadas? Que tentava colocar o cereal no prato, sozinha, e derramava a caixa inteira sobre o balcão da cozinha? Foi o fato de ela ter deixado cair no chão e se espatifar meu anjo especial de vidro, depois de eu ter dito para não tocar nele? Foi que ela resistia ao sono a qualquer custo na hora em que eu mais precisava de paz e tranquilidade? Era o fato de as duas brigarem por coisas ridículas, como qual seria a primeira a sair do carro ou quem ficaria com a colherada maior de sorvete?

Sim, eram essas coisas — probleminhas normais e atitudes infantis típicas que me irritavam ao ponto de me fazer perder o controle.

Não é fácil escrever essa sentença. E não é fácil recordar aquela fase de minha vida, porque, a verdade seja dita, eu me odiava naqueles momentos. O que tinha acontecido comigo que me levava a gritar com as duas pessoinhas preciosas que eu amava mais que a própria vida?

Deixe eu lhe contar o que tinha acontecido comigo.

Minhas distrações.

Uso excessivo do telefone, excesso de compromissos assumidos, múltiplas páginas de listas de tarefas a cumprir, a busca da perfeição, tudo isso me consumia. E gritar com as pessoas que eu amava foi o resultado direto da perda de controle que eu estava sentindo em minha vida.

Inevitavelmente, eu tinha que desabar em algum lugar. Então desabei a portas fechadas, na companhia das pessoas que significavam mais para mim.

Até um dia fatídico.

Minha filha mais velha tinha subido num banquinho e estava tentando alcançar alguma coisa na copa quando acidentalmente derrubou um saco inteiro de arroz no chão. Enquanto uma chuva de um milhão de grãos de arroz se espalhava sobre o chão, os olhos de minha filha se encheram de lágrimas. E foi então que vi — vi o medo nos olhos dela, enquanto se preparava para ouvir a reação irada de sua mãe.

Ela está com medo de mim, pensei, e foi o insight mais doloroso imaginável. Minha filha de 6 anos de idade está com medo de minha reação ao erro inocente dela.

Com pesar profundo, percebi que não era essa a mãe com quem eu queria que minhas filhas crescessem, e que não era assim que eu queria viver o resto de minha vida.

Algumas semanas depois daquele episódio, tive meu momento de revelação — meu momento de conscientização dolorosa que me impeliu a empreender uma jornada para me livrar das distrações e agarrar o que importava de fato. Isso aconteceu três anos atrás — três anos de redução gradual do excesso e das distrações eletrônicas em minha vida. Três anos me libertando do padrão de perfeição inalcançável e da pressão social para “dar conta de tudo”. À medida que fui me liberando de minhas distrações internas e externas, a raiva e o estresse acumulados dentro de mim se dissiparam, pouco a pouco. Carregando um peso mais leve, fui capaz de reagir aos equívocos e travessuras de minhas filhas de maneira mais calma, compassiva e razoável.

Eu dizia coisas como: “É apenas uma calda de chocolate, nada mais. Você pode passar um pano, e o balcão ficará novinho em folha.”

(Em vez de soltar um suspiro de exasperação, completando com uma revirada de olhos.)

Eu oferecia segurar a vassoura enquanto ela varria um mar de sucrilhos que cobria o chão.

(Em vez de ficar em pé diante dela com um olhar de desaprovação e aborrecimento total.)

Eu a ajudava a pensar onde poderia ter deixado seus óculos.

(Em vez de criticá-la por ser tão irresponsável.)

E nos momentos em que a pura e simples exaustão e os choramingos incessantes estavam prestes a me tirar a calma, eu entrava no banheiro, fechava a porta e me dava um momento para soltar o ar e me lembrar que elas eram crianças, e que crianças cometem erros. Exatamente como eu.

Com o tempo, o medo que antes aparecia nos olhos de minhas filhas quando se metiam em problemas desapareceu. E, graças a Deus, eu virei um refúgio para elas nos momentos de dificuldades, em vez de ser a inimiga de quem precisavam fugir e se esconder.

Não sei se eu teria tido a ideia de escrever sobre esta transformação profunda, não fosse pelo incidente que aconteceu quando eu estava terminando o manuscrito de meu livro. Naquele momento, senti o gostinho da vida me derrubando, e a vontade de berrar estava na ponta de minha língua. Eu estava chegando aos capítulos finais e meu computador travou. De repente, as correções feitas em três capítulos inteiros sumiram diante de meus olhos. Passei vários minutos tentando freneticamente reverter para a versão mais recente do manuscrito. Quando isso não funcionou, consultei o backup Time Machine, mas descobri que também ele tinha apresentado um erro. Quando percebi que eu não recuperaria jamais o trabalho que tinha feito sobre aqueles três capítulos, tive vontade de chorar — mas, ainda mais que isso, de ficar furiosa.

Mas eu não podia, porque era hora de buscar as meninas na escola e levá-las no treino de natação. Com muito autocontrole, fechei meu laptop calmamente e me fiz lembrar que poderia haver problemas muito, muito piores que reescrever aqueles capítulos. Então disse a mim mesma que não havia absolutamente nada que eu pudesse fazer naquele momento.

Quando minhas filhas entraram no carro, perceberam imediatamente que havia algo de errado. “O que foi, mamãe?” perguntaram em uníssono, depois de um olhar para meu rosto pálido.

Tive vontade de berrar: “Acabei de perder um quarto de meu livro!”

Tive vontade de socar a direção do carro, porque o último lugar onde eu queria estar naquele momento era no carro. Eu queria ir para casa e consertar meu livro, não levar crianças para a natação, torcer maiôs molhados, pentear cabelos emaranhados, fazer o jantar, lavar louça suja e colocar as crianças na cama.

Mas, em vez disso, falei com calma: “Está um pouco difícil para mim falar neste momento. Perdi parte de meu livro. E não quero falar, porque estou muito frustrada.”

“A gente sente muito”, disse a mais velha, falando pelas duas. E então, como se soubessem que eu precisava de espaço, fizeram silêncio até chegarmos à natação. As meninas e eu fizemos as coisas do nosso dia, e, embora eu tenha ficado mais silenciosa que de costume, não gritei e me esforcei ao máximo para não pensar no problema do livro.

Finalmente, o dia estava quase no fim. Ajeitei as cobertas em volta de minha filha menor e me deitei ao lado da minha filha maior para nossa “hora de bate-papo” de todas as noites.

“Você acha que vai conseguir os capítulos de volta?”, minha filha perguntou.

Foi quando comecei a chorar. Não tanto pelos três capítulos, eu sabia que poderiam ser reescritos. Chorei mais pela exaustão e frustração de escrever e editar um livro. Eu tinha estado tão perto do final. Ter aquilo arrancado de mim de repente era incrivelmente decepcionante.

Para minha surpresa, minha filha esticou a mão e fez um carinho suave no meu cabelo. Disse coisas tranquilizadoras, como “computador pode ser tão frustrante!” e “eu poderia dar uma olhada no Time Machine e ver se dou um jeito no backup”. E depois, finalmente, “Mamãe, você dá conta disso. Você é a melhor escritora que conheço” e “vou te ajudar de qualquer jeito que eu puder”.

Em minha hora de dificuldade, ela estava ali, paciente, compassiva, me encorajando, alguém que não sonharia em me chutar quando eu já estava no chão.

Minha filha não teria aprendido essa reação de empatia se eu tivesse continuado a ser gritadora. Porque gritar fecha a comunicação, corta o laço. Leva as pessoas a se distanciarem, em vez de se aproximarem.

O importante é que … Minha mãe está sempre ao meu lado, mesmo quando me meto em problemas.

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Minha filha escreveu isso sobre mim, a mulher que passou por uma fase difícil, da qual ela não se orgulha, mas com a qual aprendeu. E, nas palavras de minha filha, enxergo esperança para outros.

O importante é… Que não é tarde para deixar de gritar.

O importante é … Que as crianças perdoam — especialmente se vêem a pessoa que amam se esforçando para mudar.

O importante é… Que a vida é curta demais para perdermos a calma por causa de cereal derrubado ou sapatos que você não sabe onde deixou.

O importante é… Não importa o que tenha acontecido ontem, hoje é um novo dia.

Hoje podemos optar por uma reação pacífica.

E, fazendo isso, podemos ensinar a nossos filhos que a paz constrói pontes –pontes que podem nos levar até o outro lado em momentos de dificuldade.

Procon Estadual autua creches no Rio e em Niterói por servir alimentos vencidos às crianças!

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A Secretaria de Estado e Proteção do Consumidor (Seprocon), por meio do Procon Estadual, realizou nesta segunda-feira (12/05) fiscalização em creches das zonas Norte e Oeste do Rio e em Niterói. A Operação “Mamãe Eu Quero” tem por objetivo vistoriar a documentação e as condições de segurança e higiene desses estabelecimentos. Dos 12 locais vistoriados, 11 foram autuados por diversas irregularidades, como o uso de alimentos impróprios para o consumo – os agentes inutilizaram 56kg de produtos nestas condições. As multas serão aplicadas analisando-se as infrações cometidas por cada creche.

O caso mais grave foi encontrado na creche Maple Bear, de Piratininga, cuja mensalidade chega a R$ 2000, onde os agentes flagraram quase 35kg de carnes, bolo, pão, maionese e chocolate em pó vencidos, além de 2kg de queijo e pão sem informações sobre a validade. O responsável pelo estabelecimento foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos sobre os alimentos impróprios que oferecia às crianças. Na creche Pingo de Gente, que fica no Ingá, os fiscais interditaram uma sala, do segundo andar, que estava sem tela de proteção nas janelas e com o basculante das escadas aberto colocando a segurança das crianças em risco. O local não apresentou, ainda, a autorização de funcionamento do Corpo de Bombeiros e o certificado de médico ou enfermeiro do funcionário que se encontrava no local. Foi determinado um prazo de 20 dias para que os documentos sejam entregues sob pena de interdição.

Apenas a creche Catavento, localizada no bairro Sapê de Niterói, passou sem problemas pela fiscalização.

Balanço da Operação “Mamãe Eu Quero”:

1 – Maple Bear (Rua Américo Alves da Costa, 363/Piratininga): 10kg de patinho, 11kg e 535g de lagarto, 10kg e 586g de bolo de laranja, 800g de pão sírio, 400g de maionese e 700g de chocolate em pó vencidos; 500g de queijo minas e 1kg e 500g de pão congelado sem especificação. Responsável encaminhado à delegacia.

2 – Creche Jardim Escola Resumo das Letras (Rua Engenheiro Adel, 43/Tijuca): Sem responsável técnico ou auxiliar de enfermagem com presença contínua na creche.

4 – Creche Pingo de Gente (Rua Tiradentes, 44/Ingá): Pão de forma vencido. Interditada sala, no segundo andar, sem tela de proteção e sem basculante da escada. Prazo de 20 dias para o estabelecimento apresentar a autorização de funcionamento junto ao Corpo de Bombeiros e o certificado de médico ou enfermeiro.

5 – Creche Kids Babies (Rua Uruguai, 62/Tijuca): Ausência de profissional médico ou enfermeiro com carga de 8 horas de trabalho.

6 – Barra Baby (Av. Alda Garrido, 167/Barra da Tijuca): 900g de feijão, 500g de fubá, 150g de sucrilhos e 800g de frango empanado sem identificação. Não havia médico ou enfermeiro, não foi apresentado o certificado do Corpo de Bombeiros. Determinado prazo de 10 dias para apresentar a documentação junto ao Procon-RJ sob pena de interdição.

7 – Creche Escola Sarah Dawsey (Rua Prof. Gabizo, 334/Tijuca): Ausência de médico ou enfermeiro com carga mínima de 8 horas. Ausência de técnico e auxiliar de enfermagem com presença contínua na creche.

8 – Maple Bear (Rua Martinho de Mesquita, 136/Barra da Tijuca): 1 litro de leite, 350g de penne ao molho, 1kg e 480g de linguiça calabresa, 3kg de linguiça suína e 2kg e 480g de lagarto vencidos.

9 – Creche Escola Girassol (Estrada do Joá, 3415/Barra da Tijuca): 200g de cobertura de chocolate, 1kg de pão de queijo, 550g de pão de forma, 1kg e 788g de fígado e 1kg e 416g de lagarto vencidos.

10 – Creche Pintando o Sete (Rua Manuel Leitão, 12/Tijuca): Ausência de médico ou enfermeiro que trabalhe no mínimo 8 horas semanais. Sem técnico ou auxiliar de enfermagem com presença contínua.

11 – Jardim Le Soleil (Rua Pedro Bolato, 128/Barra da Tijuca): 3kg de músculo e chã, 150g de filé de peixe sem especificação; 2kg e 274g de músculo vencidos.